Pode até parecer clichê, mas vale a visita. A Estátua da Liberdade fica no sul da ilha de Manhattan e é acessível por balsa (você pode comprar seus ingressos com antecedência aqui , pois eles se esgotam em alta temporada). O passeio dura aproximadamente 3 horas e é possível visitar o pedestal da estátua, a sua coroa e a Ellis Island, que fica ao lado. A Estátua da Liberdade foi um presente da França para os Estados Unidos, em 1886, com o objetivo de homenagear o fim da escravidão e da Guerra Civil, bem como recepcionar os imigrantes que chegavam ao país por meio de Nova Iorque.
Nova Iorque é uma cidade multicultural e diversa, justamente por ter sido o porto de entrada de muitos imigrantes que chegaram aos Estados Unidos de várias partes do mundo. Antes pisarem em solo americano, esses imigrantes passavam pela Ellis Island, um centro de inspeções prévias para doenças, regularidade imigratória, entre outras coisas. Hoje a ilha abriga um museu dedicado aos imigrantes que formaram o país. O passeio faz parte da rota de balsa de quem visita a Estátua da Liberdade e é um museu inesquecível.
Não importa qual seja a estação, vale sempre a pena visitar o Central Park. O pulmão da ilha de Manhattan (3,41 km2) enche-se de cores na primavera, é ótimo para apanhar sol no verão, tem folhas lindas no outono e enche-se de charme com a neve no inverno. Há diversas atrações dentro do parque, como uma piscina pública, zoológico, pistas de cooper e patinagem, lagos, teatros a céu aberto e rochas de escalada, entre outras.
Por mais triste e macabro que esse memorial possa ser, a cidade de Nova Iorque
conseguiu fazer do lugar onde ficavam as torres gémeas um local de homenagem àqueles que morreram nos atentados. O memorial impressiona pela sua grandiosidade, com uma cascata de fundo infinito e o nome de diversas vítimas em suas bordas. Bem ao lado, é possível observar a impressionante construção do One World Trade Center (ou Freedom Tower), o prédio mais alto do Ocidente e o quarto mais alto do mundo (104 andares, 541 metros).
A Times Square parece resumir em alguns metros quadrados a cidade de Nova Iorque: modernidade, tradição, entretenimento e muito turismo. Cada vez mais, os motoristas cedem espaço aos milhares de pedestres que passam por essa praça diariamente para ver os seus letreiros, visitar lojas e conhecer esse ponto icónico de Manhattan. Para quem ainda não a conhece, vale a visita! Ela está sempre cheia, 24h por dia, independentemente do dia! Mas fuja do réveillon na Times Square, já que são horas de espera no frio, sem direito a ir à casa de banho e no meio de uma multidão.
E por falar em Broadway, não há como visitar Nova Iorque sem assistir a um de seus espetáculos. Há peças e musicais para todos os gostos, desde clássicos como Mamma Mia! e O Fantasma da Ópera, até espetáculos mais recentes, como Fuerza Bruta e Les Miserables. A dica é comprar com a maior antecedência possível, para garantir bons assentos e datas.
Williamsburg é um bairro do Brooklyn, bem próximo de Manhattan (apenas uma estação da ilha, pelas linhas L e G) e cuja transformação nos últimos anos o tornou um dos lugares mais disputados da cidade. Seja para morar, para fazer compras, ou para comer, Williamsburg está no roteiro da maioria dos turistas que visita Nova Iorque atualmente.
Os restaurantes são os mais variados possíveis, atendendo a todos os gostos e nacionalidades.
A melhor dica gastronómica da região é a loja Bagelsmith , que fica na 566 Lorimer St. Os bagels são fresquinhos e o café é perfeito para aquecer o corpo numa manhã de inverno!
O Metropolitan Museum of Art está localizado na 5a Avenida (nº 1000) e é o maior museu dos Estados Unidos. Se você ama arte e cultura, vale a pena reservar um dia para conhecer a maioria das galerias desse lugar, que contem obras clássicas, modernas e contemporâneas. Num rápido passeio, é possível encontrar obras clássicas, como Ritmo de Outono, de Pollock , Campo de Trigo Verde com Ciprestes, de Van Gogh , bem como trabalhos de Monet, Rembrant, Hart, Picasso, etc.
O museu fica aberto de segunda a segunda, a partir de 10h. Apesar de a entrada ser franca, como na maioria dos museus públicos dos Estados Unidos, recomenda-se uma contribuição por parte dos visitantes, que pode ser feita no momento de ingresso, por qualquer valor.
As suas ruas ainda não foram tomadas por turistas e executivos. A maioria da população é afrodescendente.
Para quem se interessa por esse cenário verdadeiramente americano, é possível aproveitar uma das joias de Nova Iorque: o restaurante Sylvia’s (328, Malcom X Boulevard, NY).
A sua especialidade é a soul food do sul dos Estados Unidos. Ou seja, comida caseira, de muito sabor e forte tradição. O restaurante serve café da manhã, brunch, almoço e jantar, com um menu diverso e típico. O mais recomendado é mesmo o Gospel Sunday, que envolve uma visita a uma das igrejas próximas ao restaurante (há várias na vizinhança), nas quais são celebrados cultos só vistos em filmes como Mudança de Hábito.
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